segunda-feira, 31 de agosto de 2009


Local Santo, onde os apostolos e a Virgem Maria, receberam o Espírito Santo de Deus!! Além de ser o lugar do Pentecostes, da Vinda do Espírito Santo, na Sala do Cenáculo tambem aconteceram vários dos momentos importantes da vida de Jesus e da sua Igreja, foi o lugar onde foi instituída a Primeira Eucaristia; foi onde Jesus lavou os pés do Apóstolos; nos dias da Paixão foi onde os discípulos se refugiaram; foi onde Jesus ressuscitado apareceu várias vezes aos discípulos, foi também o lugar onde Tomé pode tocar nas chagas de Jesus. Foi neste lugar onde os primeiros cristãos sempre se reuniam para partilhar a palavra. (fonte: Canção Nova)

A presença real de Jesus


(Jo 6, 56-57). Ao comungarmos o corpo e sangue de Nosso Senhor nós passamos a pertencer a Ele e Ele passa a habitar em nós. Portanto devemos nos alimentar literalmente do seu corpo e sangue para termos esta santa intimidade. "Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue verdadeiramente uma bebida" (Jo 6,55). Vejamos a clareza e a ênfase das palavras de Cristo: A sua carne é verdadeiramente uma comida. O seu sangue verdadeiramente uma bebida. Ele jamais diz: "a minha carne e o meu sangue são simbolicamente uma comida e bebida". Este é o ensino claro da Escritura Sagrada. Diante de afirmação tão clara, devemos com amor obedecer e aceitar plenamente o seu ensinamento. Os Judeus disseram: "Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?" (Jo 6,52). Assim Exclamaram admirados os que ouviam a pregação do Senhor Jesus. De fato, os Judeus não tiveram dúvida nenhuma: Jesus estava falando de forma absolutamente literal. Jesus estava afirmando sem meias palavras que ele daria o seu corpo físico, real e verdadeiro em alimento. E isto deixou os judeus muito admirados. Portanto, Jesus estava falando de forma muito clara e precisa, pois os que o ouviam entenderam muito bem o sentido de suas palavras. Os discípulos disseram: "Essa palavra é dura! Quem pode escutá-la?" (Jo 6,60). Os seus próprios discípulos ficaram aturdidos, e comentavam entre si: Esta palavra é dura! Quem pode escutar e crer em tudo isto? Portanto não apenas os Judeus mas também os discípulos compreenderam muito bem que o Divino Mestre estava falando de forma literal, ou seja que daria sua própria carne e sangue em alimento. Tal foi a impressão que este discurso provocou que "muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele" (Jo 6,66). "É necessário que vos empenheis não para obter esse alimento perecível (o pão comum), mas o alimento que permanece para a vida eterna (a Eucaristia) o qual o filho do homem vos dará" (Jo 6, 27). Mais importante que o pão de cada dia, para o sustento do corpo, é a Eucaristia, este "alimento" que torna-se sustento para a alma e permanece para a vida eterna. Se a Eucaristia fosse apenas um "símbolo", uma "lembrança" como querem as seitas, não se entenderia como ela poderia ser um alimento para a vida eterna. "Tomai e comei isto é o meu corpo (...) isto é o meu sangue" (Mt 26, 26-28); "Isto é o meu corpo (...) isto é o meu sangue" (Mc 14,22-24) Na última Ceia, Cristo cumpre a sua promessa: institui a Eucaristia, seu corpo e sangue como um alimento verdadeiro e real. De forma alguma, em nenhum lugar Cristo diz: isto "simboliza" meu corpo ou isto "simboliza" meu sangue. Portanto se Jesus afirma: "Isto é o meu corpo" Quem ousaria desafiar o mestre e dizer:? Senhor, tu estás enganado, isto não pode ser o teu corpo?.

Jesus ainda é motivo de escândalo




Intervenção por ocasião do Ângelus
CASTEL GANDOLFO, domingo, 23 de agosto de 2009 - Publicamos as palavras que Bento XVI dirigiu neste domingo, ao meio-dia, aos peregrinos reunidos no pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo por ocasião do Ângelus.
* * *
Queridos irmãos e irmãs:
Nos últimos domingos, a liturgia vem nos propondo refletir sobre o capítulo 6 do evangelho de João, em que Jesus se apresenta como “o pão vivo que desceu do céu” e acrescenta: “Quem come deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, entregue pela vida do mundo” (João 6, 51). Aos judeus, que discutem acaloradamente, perguntando-se “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” (v. 52), Jesus confirma: “Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós” (v. 53).
Hoje, 21º domingo do Tempo Comum, meditamos sobre a parte conclusiva deste capítulo, na qual o quarto evangelista refere a reação das pessoas e dos próprios discípulos, escandalizados pelas palavras do Senhor, até o ponto de que muitos, depois de tê-lo seguido até então, exclamam: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” (v. 60). E a partir daquele momento, “muitos discípulos o abandonaram e não mais andavam com ele” (v. 66). Jesus, no entanto, não suaviza suas afirmações; mais ainda, dirige-se diretamente aos Doze, dizendo: “Vós também quereis ir embora?” (v. 67).
Esta pergunta provocadora não se dirige somente aos que o escutavam então, mas alcança os crentes e os homens de todas as épocas. Também hoje, muitos se “escandalizam” diante do paradoxo da fé cristã. O ensinamento de Jesus parece “duro”, difícil demais de acolher e de praticar. Então, existem aqueles que rejeitam e abandonam Cristo; existem aqueles que tentam “adaptar” sua palavra às modas, desvirtuando seu sentido e valor.
“Vós também quereis ir embora?”: esta inquietante provocação ressoa no coração e espera de cada um uma resposta pessoal. Jesus, de fato, não se contenta com uma pertença superficial e formal; não lhe basta uma primeira adesão entusiasta; é necessário, pelo contrário, participar durante a vida toda do seu “pensar e querer”. Segui-lo enche o coração de alegria e dá sentido pleno à nossa existência, mas comporta dificuldades e renúncias, pois com muita frequência é preciso nadar contra a corrente.
“Vós também quereis ir embora?” À pergunta de Jesus, Pedro responde em nome dos apóstolos: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus” (v. 68-69).
Queridos irmãos e irmãs: também nós podemos repetir a resposta de Pedro, conscientes certamente da nossa fragilidade humana, mas confiando na potência do Espírito Santo, que se expressa e se manifesta na comunhão com Jesus. A fé é dom de Deus ao homem e é, ao mesmo tempo, entrega livre e total do homem a Deus; a fé é dócil escuta da Palavra do Senhor, que é “lâmpada” para os nossos passos e “luz” em nosso caminho (cf. Sl 119, 105). Se abrimos com confiança o coração a Cristo, se nos deixamos conquistar por Ele, podemos experimentar, também nós, junto ao santo Cura de Ars, que “nossa única felicidade nesta terra consiste em amar a Deus e saber que Ele nos ama”.
Peçamos a Nossa Senhora que mantenha sempre firme em nós a fé, impregnada de amor, que fez dela, humilde menina de Nazaré, a Mãe de Deus e Mãe e modelo de todos os crentes.

sábado, 22 de agosto de 2009

HOMENAGEM AOS PAIS


Na segunda feira dia 17, reunimos na casa da nossos coordenadores Arlete e Dada ( ver a foto), para uma pequena homenagem aos pais. Seguimos a celebração da hora da familia, que é o guia de orientação para celebrações com a familia. Este encontro teve como objetivo lembrar a importancia dos pais em refletir-se na imagem de São José, modelo de Pai. Lá rezamos a brincamos com os pais presentes, que por sinal foram presenteados, os filhos puderam homenagear seus pais.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

SEMANA DA FAMÍLIA





Abertura dia 09/08/( dia dos pais ) com a participação da pastoral familiar em todas a missas.
De 10 a 14 abordamos diversos temas e nos intregramos junto as pastorais da nossa paróquia, para refletirmos
no dia 10 " Familia espaço de encontro - Escuta ò familia o Senhor teu Deus " o encontro foi guiado pela equipe da pastoral familiar, todos participaram com muita alegria. Na primeira noite encerramos com um video sobre a oração da familia, foi muito bom e então todas as noites passavamos um vídeo relacionado com tema.
na dia 11, refletimos o tema " sem o domingo não podemos viver - ser feliz na comunidade,
o tema foi muito feliz porque era a noite da comunidade Santa Rita - Jabatiteua, e todos sabem que eles estão passando por dificuldades com a queda da sede.
no dia 12 o ECC refletiu sobre - " familia lugar de segurança - viva a alegria de ser missionário, e a equipe foi muito feliz em nos lembrar a nossa missionariedade enquanto pais e mães
no dia 13 " Catequese caminho para o discipulado, com os os jovens da pastoral catequética onde sabemos que a catequese torna solida a fé das crianças. nos convidando a renovar a catequese paróquial
no dia 14 " inciação cristã" junto com a pastoral do batismo. reafirmando que oo batismo nos livra das misérias do pecado original e nos torna tambem menbros do Corpo Mistico de Cristo.
fechamos no dia 15/08 com uma caminhada luminosa das familias pelas ruas de Canudos
e concluindo com a missa da Assunção de Maria. Plena conincidencia abrimos a semana da familia com a missa de São josé, Patrono da Igreja e encerrramos com a nossa Mãe e Rainha assunta ao céu.
Jesus, Maria e José, nossa familia vossa é.