quinta-feira, 17 de setembro de 2009

PÓS ENCONTRO


Realizamos nesta quarta feira o Pós Encontro com os casais “ O Bom Pastor” o casal coordenador do encontro Osmar e Valda fizeram uma breve reflexão do evangelho que nos falou da aceitação de Jesus e a aceitação de Deus como criador em seguida a equipe da Pastoral Familiar se apresentou, logo depois o momento alto do encontro, os casais “ O Bom Pastor tiveram a oportunidade de colocar tudo o que sentiram e acharam do encontro; eis alguns trechos do que foi dito:
- “ Agradeço em primeiro lugar a Deus e a vocês que propiciaram isso tudo pra gente. Obrigado de coração”.
- O domingo que nos passamos foi maravilhoso,e agradeço o esforço de todos que participaram de todo o evento...”
- Louvamos o trabalho de vocês e eu sei que não é fácil... “Precisamos continuar nos encontrando e manter sempre acesa esta luz...”
- Eu sentia falta da igreja... Mas felizmente apareceu esta oportunidade maravilhosa. “Eu acho que isso que aconteceu agora deve acontecer o mais rápido possível de novo com outros casais...”
- “Não tem ninguém aqui que participou deste encontro que não vá agradecer a equipe...”
“Em seguida eles foram apresentados ao casal coordenador da pastoral familiar Queluz Dada e Arlete, os quais os acolheram...” O encontro foi realizado por cada um que se doou neste sábado e neste domingo... Sejam bem-vindos e a igreja e nós da pastoral familiar precisamos muito de vocês... Agradecemos em especial ao casal Francisco e Claudia e a todos da Arquidiocese que vieram juntar-se a nós. “Com a graça de Deus o nosso pároco, Frei Antonio, nos apoiou e quando a gente acredita em Deus tudo fica mais fácil.”
O próximo passo será os encontros de aprofundamento nos círculos, falaremos em breve sobre isso.





quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Encontro Bom Pastor

estas são algumas fotos do trabalho da equipe da Pastoral Familiar no encontro Bom Pastor realizado na Paróquia de Queluz. dos vinte casais convidados apenas um não compareceu, por motivos alheios, mas que para nós é sinal de exito da nossa jornada.
Foram dois dias de alegria e encanto, muita reflexão acerca do Amor de Deus e da nossa vivência de Fé. o ponto alto do encontro para todos nós foi o encontro com Jesus na adoração ao Santissimo.























Preparação do Encontro de 2ª União


Sendo este o nosso primeiro encontro a ansiedade era grande pelo exito, desta maneira, tivemos varias reuniões, para preparação do encontro de casais de 2ª união, onde nos buscavamos a melhor maneira de organizar e acertar os pequenos detalhes, tirar duvidas dos membros da pastoral, enfim esperamos que os casais possam e sintam- se acolhidos pela igreja, e que eles assim vejam refletido em nós, enquanto igreja, o Amor de Deus.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Casais de 2ª união




No proximo fim de semana dias 12 e 13 de Setembro a Pastoral Familiar Queluz, realizará o 1º Encontro de casais em 2ª união. Participarão deste encontro cerca de 20 casais,o objetivo do encontro é promover o acolhimento e a evangelização dos casais em 2ª união, integrando-os na comunidade paróquial e com isso atender ao apelo do Papa joão Paulo II, na exortação apostólica " familiares consortio "nº 84

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

ONDE RESIDE A NOSSA ESPERANÇA


A enciclica spe salvi denuncia a falsa esperança de um paraíso aqui na terra,e é largamente difundido hoje aqui no Brasil, através de muitas “igrejas” que pregam o fim do sofrimento, e isso vale também para as nossas comunidades, que as vezes querem criar um paraíso pelos seus próprios atos e isso é ilusão do nosso coração humano, o paraíso não é na comunidade , não é na paróquia, não e na sua família,não é no capitalismo, nem no socialismo. Aqui neste mundo lutaremos contra o pecado enquanto vivermos, a luta será ate o ultimo dia, a nossa luta contra o pecado deve ser ate “cinco minutos depois da nossa morte”, o resto é com Cristo.
A seguir um trecho da encíclica Spe Salvi do Santo Padre o Papa Bento XVI
( ... ) Porém, agora coloca-se a questão: em que consiste esta esperança que, enquanto esperança, é « redenção »? Pois bem, o núcleo da resposta encontra-se no trecho da Carta aos Efésios já citado: os Efésios, antes do encontro com Cristo, estavam sem esperança, porque estavam « sem Deus no mundo ». Chegar a conhecer Deus, o verdadeiro Deus: isto significa receber esperança. A nós, que desde sempre convivemos com o conceito cristão de Deus e a ele nos habituamos, a posse duma tal esperança que provém do encontro real com este Deus quase nos passa despercebida. O exemplo de uma santa da nossa época pode, de certo modo, ajudar-nos a entender o que significa encontrar pela primeira vez e realmente este Deus. Refiro-me a Josefina Bakhita ( foto ), uma africana canonizada pelo Papa João Paulo II. Nascera por volta de 1869 – ela mesma não sabia a data precisa – no Darfur, Sudão. Aos nove anos de idade foi raptada pelos traficantes de escravos, espancada barbaramente e vendida cinco vezes nos mercados do Sudão. Por último, acabou escrava ao serviço da mãe e da esposa de um general, onde era diariamente seviciada até ao sangue; resultado disso mesmo foram as 144 cicatrizes que lhe ficaram para toda a vida. Finalmente, em 1882, foi comprada por um comerciante italiano para o cônsul Callisto Legnani que, ante a avançada dos mahdistas, voltou para a Itália. Aqui, depois de « patrões » tão terríveis que a tiveram como sua propriedade até agora, Bakhita acabou por conhecer um « patrão » totalmente diferente – no dialeto veneziano que agora tinha aprendido, chamava « paron » ao Deus vivo, ao Deus de Jesus Cristo. Até então só tinha conhecido patrões que a desprezavam e maltratavam ou, na melhor das hipóteses, a consideravam uma escrava útil. Mas agora ouvia dizer que existe um « paron » acima de todos os patrões, o Senhor de todos os senhores, e que este Senhor é bom, a bondade em pessoa. Soube que este Senhor também a conhecia, tinha-a criado; mais ainda, amava-a. Também ela era amada, e precisamente pelo « Paron » supremo, diante do qual todos os outros patrões não passam de miseráveis servos. Ela era conhecida, amada e esperada; mais ainda, este Patrão tinha enfrentado pessoalmente o destino de ser flagelado e agora estava à espera dela « à direita de Deus Pai ». Agora ela tinha « esperança »; já não aquela pequena esperança de achar patrões menos cruéis, mas a grande esperança: eu sou definitivamente amada e aconteça o que acontecer, eu sou esperada por este Amor. Assim a minha vida é boa. Mediante o conhecimento desta esperança, ela estava « redimida », já não se sentia escrava, mas uma livre filha de Deus. Entendia aquilo que Paulo queria dizer quando lembrava aos Efésios que, antes, estavam sem esperança e sem Deus no mundo: sem esperança porque sem Deus. Por isso, quando quiseram levá-la de novo para o Sudão, Bakhita negou-se; não estava disposta a deixar-se separar novamente do seu « Paron ». A 9 de Janeiro de 1890, foi batizada e crismada e recebeu a Sagrada Comunhão das mãos do Patriarca de Veneza. A 8 de Dezembro de 1896, em Verona, pronunciou os votos na Congregação das Irmãs Canossianas e desde então, a par dos serviços na sacristia e na portaria do convento, em várias viagens pela Itália procurou sobretudo incitar à missão: a libertação recebida através do encontro com o Deus de Jesus Cristo, sentia que devia estendê-la, tinha de ser dada também a outros, ao maior número possível de pessoas. A esperança, que nascera para ela e a « redimira », não podia guardá-la para si; esta esperança devia chegar a muitos, chegar a todos. (... )